Resposta aos idiotas que me entediam


Escrito em 1983, mas muito, muito, actual…

(para a Maria do Céu Pires a minha gratidão por ter conservado o manuscrito!)

tesourinho

tesourinho 2

Amén!

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7 thoughts on “Resposta aos idiotas que me entediam

  1. Olá João de Sousa! 🙂

    Se esclareceu alguma coisa?
    Eu diria mesmo, INTEGRALMENTE esclarecida!
    Aliás, como já o terei referido, o artigo em questão, certamente teria uma qualquer história subjacente, e, “voilá”!…Eis que, de uma forma muito inteligente, como sempre, e irónica, expõe a sua contextualização:
    Recados a pretensos devotos da “intelectualidade da treta” (?), narcisistas, exibicionistas, e outras “coisas” mais, terminadas em “istas”.
    Muito bem! Sem dúvida, concordo consigo!… Inequivocamente, um tema muito actual. 🙂

    Beijinhos

    Paula Pedro

  2. João de Sousa, muito me apraz ler atentamente os seus artigos, pela forma inteligente como fundamenta os temas, às vezes com o recurso a hilariantes sarcasmos, sátira ou mesmo verso…mas neste seu artigo em particular, confesso sinceramente que não percebi absolutamente nada!
    Certamente este registo terá subjacente uma qualquer história que desconhecemos de todo;…ainda assim, nem queira saber o que me passou pela mente, quando terminei a sua leitura!
    -Oh meu Deus!É que fiquei mesmo preocupada consigo!…

    Beijinhos

    Paula Pedro

    • Olá Paula Pedro,

      Muito obrigado pelo tempo que dedica à leitura dos meus posts e apreço que estes lhe suscitam, como manifesta.
      Entendo muito bem a sua perplexidade face ao documento em causa uma vez que decidi não o contextualizar, deixando fluir livremente as palavras que escrevi em 1983. 🙂
      Mas, acredite, elas foram produzidas num contexto de que, sem entrar em detalhes, lhe dou aqui conta.
      À guisa de Introdução: confesso-lhe que desde tenra idade (por volta dos oito anos) nutro um certo desprezo pelos que fingem ser o que não são. Tal menosprezo recai bastante sobre questões de classe mas, tem especial incidência sobre questões do intelecto. A soberba e o exibicionismo sempre me irritaram, sobretudo quando carentes de substância.
      Gracejando, costumo dizer que sou um intelectual dado que uso o intelecto amiúde. 🙂
      Ora, em 1983, frequentava eu o 3º ano do curso de Direito da UCL, começaram a surgir supostos intelectuais (muito conservadores) por todo o lado. A quem achei por bem “esmagar” com intelectualidade torrencial como forma de sarcasmo.
      Nesse período frequentava assiduamente uma residência universitária feminina de Lisboa, local de reunião e conspiração dos meus amigos e amigas (e de King, também), e onde existiam alguns exemplares desta fauna. Até aqui tudo bem!
      A coisa descambou quando algumas das “meninas” queques, que também as havia, decidiram passar a usar o elevador da residência como caixa postal para destilarem o seu veneno, contra a minha pessoa e dos meus amigos.
      Este texto foi a minha resposta, usando o mesmo meio de comunicação. Como não sou ligado às coisas nunca mais me lembrei dele até ao momento em que reencontrei uma das cúmplices da época.
      Depois de o ler achei que era aplicável ainda hoje, em qualquer contexto, e decidi publicá-lo no blog com um título genérico. E é apenas isto. Não tem de que se preocupar, acho eu! É ainda uma ironia com vários recados… 🙂

      Esclareci alguma coisa?

      Obrigado e Beijinhos
      João de Sousa

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