Passos Coelho e o “custe o que custar”


passoscoelhoNo início do seu mandato Passos Coelho alertou os Portugueses para o facto de que a dívida teria de ser paga “custe o que custar”, o que inclui, como é evidente, o pagamento em vidas humanas, se necessário.

Quando há alguns dias afirmou que não podíamos pagar o medicamento que cura a hepatite C “custe o que custar”, mais não fez que reafirmar o que tinha dito anteriormente, embora a contrario.

Isto é, uma Dívida vale infinitamente mais que muitas Vidas. Vale todas as que forem necessárias para a pagar.

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