Do contrato ao reconhecimento I


Estas representações sustentam-se em pressupostos antropológicos divergentes. De um lado, reconhecemos a concepção aristotélica do homem como ser social e da polis como lugar por excelência para o desenvolvimento da natureza humana e para a realização da liberdade; do outro, identificamos o homem como centrado apenas nos seus interesses e lutando pela sobrevivência e segurança, sendo o espaço público entendido como limitação recíproca da liberdade privada

Source: Do contrato ao reconhecimento I

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