O spin-doctoring da Comissão Europeia – Jornal Tornado


O que se passou nestes dois dias sobre o orçamento de Estado para 2016 vem nos livros de comunicação estratégica, no capítulo spin-doctoring. Também é possível encontrar a matéria  nos…

Source: O spin-doctoring da Comissão Europeia – Jornal Tornado

Anúncios

A propósito da demissão da jornalista Ana Lourenço – Jornal Tornado


Uma reflexão sobre a transparência (ou a falta dela) nas empresas jornalísticas A demissão da jornalista Ana Lourenço da SIC Notícias, noticiada há dias, tem sido relacionada por alguns jornais…

A propósito da demissão da jornalista Ana Lourenço – Jornal Tornado

Tornado: o primeiro grande combate de egos


12022532_952695518107551_5176193687061417442_o

 

Sob o olhar sábio e indulgente da Jacinta Romão, da Direcção da Tornado Cooperativa, aqui está a evidência do 1º Combate de Egos, entre os indicadores da Presidente da Mesa da Assembleia Geral, Vera Galamba, e o Presidente da Direcção, eu próprio.

Os dedos são na realidade “sabres de luz” e a Vera está a dizer ao João: “My source is bigger than yours

O “retrato” deste momento histórico é da autoria do repórter de imagem José Lorvão

Lá temos que voltar aos cartazes…


A meu ver o PS comete dois erros, apenas. Um anterior e outro posterior à divulgação pública dos cartazes.

O primeiro, um erro absurdo e indesculpável, reside na circunstância de usar fotografias, logo a imagem, de indivíduos sem os indispensáveis conhecimento e autorização dos sujeitos.
Este erro, absurdo como referi, faz-me temer o pior acerca de uma questão politicamente relevante: o trabalho deve ter sido entregue a um boy ou girl; só pode. Um profissional jamais cometeria um disparate deste calibre, pelo que o critério teve de ser outro.

O segundo erro, a tibieza na reacção aos ataques de que foi alvo em consequência do uso de figurantes, dominante em acções promocionais de qualquer espécie. A escolha de certas figuras, em detrimento de outras, resulta da essência da comunicação da mensagem. O figurante deve ter uma aparência que suscite uma emoção de identificação por parte daqueles a quem se destina a mensagem. Portanto, deste lado nada a apontar.

Mas o actual PS vive com uma espécie de “sentimento de culpa” em relação a vá lá saber-se o quê. Daí a frouxidão como padrão das mensagens.

Alguém no PS deveria reflectir seriamente sobre estas, e outras, questões.

João de Sousa

VAI E VEM

Os cartazes do PS “salvaram” os noticiários das televisões e garantiram audiências relativamente boas para esta altura do ano. Mas a “estória” tem estado mal contada, também por culpa do PS, diga-se.

Agora surgiram uns cartazes da coligação com as caras de uns estrangeiros compradas em bancos de dados. António Vitorino, na SIC Notícias, citou o secretário-Geral do PSD, Matos Rosa, a dizer, sobre os cartazes da coligação, que seriam usados “rostos de portugueses” para humanizarem a campanha e para mostrarem o que o governo conseguiu. Afinal surgiram rostos, sim, mas de estrangeiros.

Tudo isto é “normal” dentro da anormalidade que caracteriza a “silly season” e as campanhas eleitorais. Mas há, ainda assim, coisas que não foram ainda ditas.

Sobre os cartazes do PS, a crer no que se conhece, o PS cometeu o erro de ter confiado em quem estabeleceu o contacto com as pessoas retratadas – a presidente…

View original post mais 463 palavras

BISCATES – “Os dealers da comunicação social” – por Carlos de Matos Gomes


a Ler. Um assunto para reflectir.

 

BISCATES – “Os dealers da comunicação social” – por Carlos de Matos Gomes.

Novo Jornalismo


Onde Política e Gastronomia se cruzam

cavacoCom um Cavaco na Presidência e um Coelho a primeiro-ministro muitos OCS se aperceberamWild rabbit  siting on sand track das grandes poupanças a fazer na Editoria de Política.

Na conjuntura que atravessamos, em que a “fusão” está presente em todas as áreas do saber e da cultura, nada mais lógico que “encolher” a Política e “expandir” a Gastronomia, mantendo os ingredientes, perdão, os intervenientes na ribalta. Assim é mais infotainment!

Afinal, quantos leitores/ouvintes/espectadores/utilizadores se aperceberão da diferença?

Ver também, sobre o mesmo tema, aqui