Adenda: 701 insultos (Repórter Estrábico)


Vamos continuar a fazer crescer a lista…

Todos os contributos serão apreciados!

 

 

Mais Alguns…

anhuca

cabresto, caganeiroso, chibarrão

galego, gimbras ou gimbrinhas

jagunço, janota, jarreta, jerico, jardas, jacobino

matacão

pandulas, peideiro, pestilento, picolho, pila murcha

rafeiro, rei das alcagoitas

varrasco

zé côdeas

A lista integral dos insultos pode ser consultada aqui

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A Rã que queria ser um Boi (nova release)


merkel17 amigos juntaram-se e acordaram entre si que futuramente dariam preferência, sobretudo, às transacções entre eles. Alguns poucos, e um em especial, tinham mais coisas e, sobretudo, incorporavam mais know how nos bens e serviços que vendiam e prestavam, que os restantes, a maioria.

Decidiram até criar mesmo uma unidade monetária comum para facilitar as transacções entre si, por mero acaso desenhada à medida dos interesses dos mais fortes.

Nesta “economia fechada” dos 17, as relações foram evoluindo de acordo com as regras de mercado e seguiram o seu curso natural e previsível. Os mais fortes foram acumulando riqueza, que emprestavam aos mais fracos para estes lhes comprarem mais bens e serviços, e os mais fracos acumularam dívidas, resultantes das aquisições acrescidas dos respectivos juros.

A Balança dos primeiros foi ficando cada vez mais Superavitária e a dos outros cada vez mais Deficitária, uma vez que nunca tinham liquidez para investir nas áreas adequadas ao equilíbrio das contas.

A certa altura os primeiros ficam preocupados com as dívidas e tentam obrigar os restantes, à força e de forma violenta, de repente, a equilibrar as respectivas Balanças, até anularem o deficit e pagarem as dívidas. Para isso forçam os países mais fracos a reduzir dramaticamente as suas despesas, através da redução dos consumos, de modo a encaminharem esse remanescente das receitas para o pagamento das dívidas.

O que é que SÓ pode acontecer ao Superavit dos mais fortes, nesta situação? Será que é preciso ser muito inteligente, perceber muito de Excel ou de matemática para saber a resposta a esta questão? Como escrevi aqui dezenas de vezes, o Deficit dos países periféricos (neste momento 45% da população da Zona Euro) é o Superavit da Alemanha. A conclusão não se impõe?

rãFoi assim que a Gorda engordou ainda mais. É um remake (mau) da fábula da Rã que queria ser um Boi!

Inchou, inchou, até que rebentou.

Finalmente uma boa notícia


enfermeira

Parece que a política do governo começa por fim a produzir os seus frutos de forma assinalável. Sobretudo no plano da sustentabilidade da Segurança Social.

As más línguas do costume diziam que os despedimentos em massa e o desemprego não ajudavam nada ao equilíbrio de contas da Seg. Social.

Essa corja de viperinos extremistas insinuava que haver menos pessoas a descontar e mais a receber (apesar de pouco estas últimas), estava para o equilíbrio das contas como um turista com destino ao Porto apanhar o comboio para Faro.

Ou que fazer emigrar a população em idade fértil não era uma boa ideia para assegurar a estabilidade do sistema e a inexistência de broken links geracionais. Vontade de maldizer está bom de ver.

engenheiros

Os ingleses estão muito contentes com os nossos enfermeiros. Os alemães pelam-se pelos engenheiros que nós formámos.

E, todos juntos, pelam-se pelos descontos que uns e outros fazem para as respectivas seguranças sociais. E pela produtividade que entregam. E pelas crianças que irão certamente contribuir para o futuro dos seus sistemas.

Entre outros assets exportamos pessoas qualificadas e férteis e isso contribui para o equilíbrio da balança, de qualquer coisa, de alguém, algures!

bebés

É ou não é uma oportunidade, cambada de velhos do Restelo?

Que ignorantes, pá!